Consulta de PHDA para crianças e adolescentes.
Quando a atenção, a agitação ou a impulsividade começam a pesar.
Alenquer e Arruda dos Vinhos
Na escola, nos trabalhos de casa, nas amizades ou na hora de deitar.
Muitas vezes já se tentou de tudo e continua a parecer que nada chega. Perceber o que se passa é o primeiro passo para saber como ajudar.
A consulta de PHDA junta avaliação, orientação aos pais e à escola e, quando faz sentido, acompanhamento psicológico. Não para colar rótulos, mas para que a criança, a família e a escola saibam o que está a acontecer e o que fazer a partir daí.
Muitas vezes, o que parece falta de esforço é, na verdade, falta de compreensão.
Como funciona a consulta.
Primeiro, uma conversa com os pais, para perceber o que preocupa, desde quando e em que contextos: em casa, na escola, com os amigos.
Depois, a avaliação com a criança ou o adolescente, com instrumentos adequados à idade e, quando faz sentido, informação da escola. Segue-se a devolução aos pais, com um relatório e orientações para casa e para a escola.
Se for o caso, segue-se o acompanhamento psicológico: estratégias de organização e de regulação, rotinas e apoio aos pais. Acompanha a Dra. Patrícia Oliveira, psicóloga (OPP CE 136050), em Alenquer e em Arruda dos Vinhos.
O diagnóstico de PHDA é clínico e pode precisar de mais do que uma especialidade. Quando há indicação para avaliação médica ou para medicação, articulamos com o médico que acompanha a criança.
O que costuma levar os pais a procurar esta consulta:
Dificuldade em manter a atenção
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Agitação constante
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Impulsividade
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Trabalhos de casa que acabam em conflito
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Desorganização e esquecimentos
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Recados frequentes da escola
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Desempenho escolar abaixo do esperado
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Dificuldade em esperar e em parar
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Dificuldade em manter a atenção * Agitação constante * Impulsividade * Trabalhos de casa que acabam em conflito * Desorganização e esquecimentos * Recados frequentes da escola * Desempenho escolar abaixo do esperado * Dificuldade em esperar e em parar *
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Acompanhamos crianças e adolescentes. Nas crianças mais pequenas, o primeiro passo costuma ser a orientação aos pais. A avaliação faz mais sentido quando as dificuldades se mantêm no tempo e aparecem em mais do que um contexto, por exemplo em casa e na escola.
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Depende da idade e do que é preciso avaliar. Em geral, a avaliação faz-se em várias sessões ao longo de algumas semanas, seguidas da sessão de devolução aos pais. Na primeira conversa explicamos o que está previsto.
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A avaliação descreve como a criança funciona e se o que se observa é compatível com PHDA. Nem toda a desatenção ou agitação é PHDA: ansiedade, sono, dificuldades de aprendizagem ou outras situações podem dar sinais parecidos. Quando faz sentido, o diagnóstico é feito em articulação com o médico.
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A decisão sobre medicação é médica. Se houver indicação, articulamos com o pediatra ou o pedopsiquiatra que acompanha a criança. O acompanhamento psicológico e a orientação aos pais fazem parte da resposta, com ou sem medicação.
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Sim. O relatório traz orientações concretas e pode ser partilhado com a escola, se os pais assim decidirem, para ajustar estratégias na sala de aula e, quando se aplica, propor medidas de suporte à aprendizagem.

